Tiago Barata – Blog de Fotografia e Viagens

Este blog é dedicado a quem gosta de fotografia e viagense para todos aqueles que têm curiosidade de saber a minha visão do Mundo.


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Outono no Gerês

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Assinala-se hoje, 23 de Setembro de 2015, o equinócio do Outono,  nome que se utiliza na astronomia para o fenómeno que marca o final do Verão e a chegada da nova estação.

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De modo a marcar esta data, decidi publicar hoje o resultado fotográfico de uma viagem que fiz o ano passado às Serras da Peneda/Gerês. Considero que, a par do Parque Natural da Serra de Montesinho, são os dois locais de eleição em Portugal para contemplar (e fotografar claro está!) as cores quentes do Outono.

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Some-se a enorme simpatia e generosidade da população e a sua excelente gastronomia, e fica um pretexto para guardar todos os anos alguns dias de férias para rumar a Norte.

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Além das paisagens da Serra da Peneda e Serra do Gerês, tão próximas e curiosamente tão ricas na sua diversidade, a viagem não pode terminar sem a visita aos espigueiros do Soajo e, em particular, aos espigueiros do Lindoso, estruturas em pedra que têm como função secar o milho e, ao mesmo tempo, impedir a sua destruição por roedores.

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Ao escrever este texto reparei na curiosidade de neste post (Outono em Boston), publicado em Dezembro de 2014, ter assinalado não o início mas sim o fim do Outono. Se a isso juntarmos o post (Outono em Nova Iorque) restam poucas dúvidas da atracção que tenho por esta estação do ano…

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Um muito obrigado à Ana e Aníbal Marques pela companhia e preciosas dicas no local e ao António Sá que nos preparou um verdadeiro roteiro por terras do Minho.

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Ibéria Agreste

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O êxodo forçado de milhares de pessoas de uma vida dura nos campos para a esperança de uma vida digna nas grandes cidades, levou ao abandono e muitas vezes ao esquecimento de vastas regiões do interior de Portugal. Este fenómeno foi muito característico no Norte e Centro de Portugal, ainda nos tempos da ditadura do Estado Novo, muitas vezes com a fuga “a salto” e longas caminhadas durante a noite para atravessar a fronteira. Quase sempre como destino final: França.

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Este fenómeno migratório não foi exclusivo de Portugal e verificou-se igualmente na vizinha Espanha, esvaziando muitas aldeias, por exemplo, de Castela-Leão. Nestas zonas, as migrações massivas de pessoas conduziu a um interessante paradoxo: enquanto as grandes cidades se debatiam (e debatem!) com problemas de sobrepopulação e excesso de poluição, no Interior assiste-se ao recuperar da natureza dos locais outrora ocupados pelo Homem. Uma excelente notícia para a conservação da natureza!

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Faz hoje um ano que terminava um workshop avançado do fotógrafo António Sá, no qual tive a oportunidade de explorar a zona da Sierra de la Cabrera. As condições agrestes desta serra, com muitos picos acima dos 2000 metros, levaram ao êxodo de grande parte da população, permitindo por exemplo um aumento da população de corços e lobos, que agora até já têm de novo a companhia do urso-pardo ao fim de muitos e muitos anos.

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Esta viagem foi curta, mas memorável! Pela fotografia, pela gastronomia (em particular a carne e cogumelos…afinal também se come muito bem em Espanha!), pelos parques infantis em todas as aldeias (sim, mesmo em todas as aldeias, independentemente da sua dimensão!), mas acima de tudo pelas vivências, pela população que estoicamente luta contra a desertificação, contra o desaparecimento das aldeias do mapa. Na aldeia de Quintanilla aprendemos e muito sobre a história desta região de Espanha com o pastor Paco.

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Na aldeia de Santa Cruz, onde conhecemos os únicos dois habitantes, um deles um acérrimo defensor do lobo ibérico e um genuíno contador de histórias, de “sangue anarquista e republicano de nascença” (como se define).

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Chega a ser inacreditável que ainda não tivesse conhecido esta região! Quem preferir divertir-se na neve aqui fica uma alternativa, com uma procura ínfima comparada com a Serra da Estrela!  IMG2C_6221_500


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Outono em Boston

Assinala-se hoje o solstício de Inverno do ano de 2014, sendo a duração da noite a mais longa do ano. No que às estações do ano diz respeito, o Outono despede-se dando lugar a um (muito frio) Inverno.

A viagem que fiz a Nova Iorque no Outono de 2008 não estaria terminada sem uma visita a um grande amigo que frequentava um MBA em Boston. Afinal de contas, e para o referencial americano, era ali tão perto, à distância de uma “curta” viagem de autocarro.

A cidade mais populosa do estado norte-americano de Massachusetts, com 5,8 milhões de habitantes, é conhecida, não só por ser um centro financeiro e industrial, mas essencialmente pelas reputadas universidades de top mundial, como sejam a Universidade de Harvard ou o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

Como qualquer Universidade nos EUA, a ligação ao desporto é umbilical. Pela proximidade ao Oceano Atlântico, o remo e a vela são os desportos de eleição para os estudantes, e a competição entre Universidades uma realidade.

À semelhança de Nova Iorque tive a felicidade de contemplar a cidade em pleno Outono, “pintada” com uma palete de cores vivas difíceis de encontrar em Portugal.

Mas diria que a grande conclusão desta curta passagem por Boston é que a cidade é sem dúvida a mais europeia que conheci até hoje nos EUA. No entanto, as celebrações e o furor dos americanos pelo Halloween não poderiam faltar!


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Outono em Nova Iorque

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Faz hoje precisamente 6 anos que regressava de uma viagem aos EUA, após uma visita às cidades de Nova Iorque e Boston. A decisão de visitar Nova Iorque resultou de um mero acaso, e não tanto de um viagem planeada há largos anos. Cerca de um ano antes, numa viagem que me levou em trabalho à Califórnia, perdemos a escala em Nova Iorque. Resultado: o próximo voo, exactamente 24 horas depois, permitia uma visita rápida aos principais pontos de interesse da cidade. Mais importante do que esta visita relâmpago, foi a decisão de que a “cidade que nunca dorme” tinha acabado de ultrapassar muitas outras na lista de “a visitar“.

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Chegado a Lisboa deambulei por sites, troquei opiniões com amigos que já haviam visitado Nova Iorque, pesquisei pelas melhores fotos, até decidirmos partir nos meses do Outono. Assim, seria possível admirar as ricas paisagens outonais do Central Park e fugir às multidões (e por vezes temperaturas abrasadoras) típicas do Verão.

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A escolha recaiu sobre o mês de Novembro, permitindo coincidir a viagem com dois grandes eventos na cidade: a maratona de Nova Iorque e a fase final da campanha de Barack Obama à presidência dos EUA.

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Por toda a cidade permaneciam sentidas homenagens aos fatídicos acontecimentos de 11 Setembro de 2001 que chocaram a América e o Mundo, e muito em particular os cidadãos de Nova Iorque, mostrando que esta é e continuará a ser uma ferida difícil de sarar.

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Termino o post com três fotos mais ligeiras, e que ilustram um pouco mais a cidade de Nova Iorque e o povo americano: o seu patriotismo, uma sociedade muito dependente do consumo interno e a forte ligação às artes e ao espectáculo. Em breve publicarei um post com imagens de Boston no esplendor do Outono.

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Barroso, Trás-os-Montes

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O Barroso, ou Terras do Barroso, é uma região que engloba os concelhos de Montalegre e Boticas, em Trás-os-Montes.

Em virtude da sua altitude (cerca de 1300 metros) é muito comum a Serra do Barroso, pertencente ao sistema montanhoso da Peneda-Gerês, ficar pintada de branco durante o Inverno. Por este motivo, o engenho humano há muito encontrou formas de ultrapassar a época mais fria do ano, com recurso às tradicionais vestes que muitos transmontanos não dispensam.

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Estas condições agrestes forçaram muita da população, actualmente muito envelhecida, a um profundo isolamento durante algumas épocas do ano.

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A população das aldeias do Barroso ainda subsiste em grande parte da agricultura e da pastorícia

O meu primeiro verdadeiro contacto com esta região de Trás-os-Montes foi pelas páginas do fabuloso livro “Crónicas Portuguesas” (Assírio & Alvim) do fotógrafo francês Georges Dussaud que documentou, como poucos, a ruralidade e as tradições do Barroso, e muito em particular as condições de vida e trabalho “agrestes”, provando a resiliência do povo transmontano. Como refere Christine Dussaud (mulher de Georges) a abrir o livro “Regresso a Portugal, no Norte do Norte (…), quer dizer, a Trás-os-Montes. Esta palavra que me fascina e que faz todo o sentido: para lá das montanhas, no além, um outro mundo”.

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Cascata próxima do Mosteiro de Santa Maria das Júnias

Uns anos mais tarde, mais concretamente em Novembro de 2009, participei num passeio do fotógrafo António Sá ao Barroso e tive a sorte de presenciar e fotografar esta região em pleno Outono, pintada não de branco, mas sim de uma vasta palete de cores.

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Mosteiro de Santa Maria das Júnias

Uma das verdadeiras iguarias da região, além da muito saborosa carne barrosã, são os pratos confeccionados com cogumelos provenientes das zonas mais húmidas da Serra do Barroso. IMG_1723_500

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Chegada à aldeia depois de uma manhã a colher cogumelos

Para quem desejar visitar Trás-os-Montes, além de toda a paisagem da Serra do Barroso, recomendo também uma visita ao Ecomuseu do Barroso, em Montalegre, e, um pouco mais longe, ao recente Centro de Fotografia Georges Dussaud, uma homenagem da Câmara Municipal de Bragança a este “filho da terra”.

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Na Serra do Barroso é possível encontrar inúmeras “Alminhas”, um símbolo de fé da população

Links úteis:


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Viana do Castelo – Ambiente Portuário

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Motivado por algumas reportagens fotográficas realizadas por fotógrafos portugueses em diversos estaleiros navais de Norte a Sul de Portugal, fiquei sempre com o “bichinho” de um dia poder mostrar o meu olhar de um desses locais (cada vez mais raros), muitos deles centenários. Prometi a mim mesmo que à primeira oportunidade de ter acesso a um estaleiro naval não hesitaria em avançar, até porque estes locais são regra geral de acesso praticamente “proibido”, mesmo se for solicitada uma autorização prévia.

Assim, logo que o fotógrafo António Sá lançou o workshop “Fotografia em Ambiente Portuário” a realizar em Viana do Castelo no fim-de-semana de 20 e 21 de Abril de 2013, o meu primeiro impulso foi correr o programa para verificar a inclusão de uma visita aos estaleiros navais.

Confirmadas as melhores expectativas, rumei a Norte para conhecer todas as valências portuárias da responsabilidade da Administração do Porto de Viana do Castelo, co-organizadora deste workshop.

As fotos pretendem resumidamente dar a conhecer o principal motor da economia de Viana do Castelo: o Mar.

Termino o post aconselhando-vos a visitar uma das cidades portuguesas que mais me fascinou nos últimos tempos, com uma ligação umbilical ao mar e ao rio, e que nos últimos anos tem diversificado a sua aposta de desenvolvimento local igualmente à arquitectura e cultura. 

Não menos importante, gostaria de felicitar a APVC e o fotógrafo António Sá pela excelente organização desta iniciativa.

Porto de Pesca:

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Trabalho no mar prepara-se em terra

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Final de tarde no Porto de Pesca de Viana do Castelo

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Final de tarde no Porto de Pesca de Viana do Castelo

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Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ao fundo) vistos do Porto de Pesca

Porto Industrial – Estaleiros Navais de Viana do Castelo:

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Doca seca dos ENVC

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Reflexo da falta de trabalho nos ENVC

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O ferryboat “Atântida” construído nos ENVC não foi aceite pelo Governo Regional dos Açores, alegando que não cumpria a velocidade máxima definida em contrato. Desde essa data, a construção do ferryboat “AntiCiclone” (na imagem) encontra-se parada.

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Máquina num hangar industrial dos ENVC

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“Don’t” É assim que (presumo) os trabalhadores dos ENVC optaram por mais uma vez alertar para o eventual encerramento destes estaleiros navais.

Porto Comercial (margem esquerda do Rio Lima):

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Porto comercial de Viana do Castelo

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Trabalhador aguarda pelo carregamento de uma pá eólica fabricada pela Enercon em Viana do Castelo

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Carregamento para o navio de uma pá eólica fabricada pela Enercon em Viana do Castelo

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Acondicionamento de pás eólicas da Enercon num navio com destino à América do Norte. Por uma questão de segurança em alto mar, os topos metálicos que suportam as pás eólicas são soldados entre si

Porto de Recreio – Escolas Navais (margem direita do Rio Lima):

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Aos fins-de-semana é usual ver-se o Rio Lima com inúmeros jovens a aprender canoagem/remo


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Istambul – a Ponte entre a Europa e o Oriente

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Em finais de Maio deste ano “estalou” uma onda de protestos populares contra os planos do primeiro-ministro Recep Erdogan de construir um centro comercial no Parque Gezi, na emblemática Praça Taksim, em Istambul. Esta decisão ganhou expressão política devido à repressão e autoritarismo do Governo, o que degenerou em manifestações e confrontos não só em Istambul, como em Ancara.

Contudo, este episódio foi apenas a gota de água contra Erdogan a quem acusam de querer impor os valores conservadores do seu partido islamita a toda a população.

O braço de ferro entre manifestantes e o governo turco já resultou em mais de 5000 feridos, centenas de detenções e mais de 130 mil bombas de gás lacrimogéneo usadas pela polícia para dispersar os manifestantes (que quase esgotou o stock anual). Além disso, são já visíveis graves repercussões na economia turca (em especial no turismo e negócios), que até há muito pouco tempo era vista como uma potência regional.

Infelizmente, apesar do clima estar mais calmo em Istambul, a repressão e o autoritarismo do governo de Erdogan continuam sem fim à vista…

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Mesquita Azul

Istambul, “A Ponte entre a Europa e o Oriente”

Na Primavera de 2010 visitei Istambul, a maior cidade e a capital comercial da Turquia, com 11 milhões de habitantes. Istambul é a única cidade do Mundo com um pé na Europa e outro na Ásia, entre a cultura europeia e a cultura oriental, facto que a torna um caso único a nível global.

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Pescador no estreito do Bósforo. Ao fundo a Mesquita Nova, com cerca de 400 anos, ao lado do Bazar de Especiarias.

Tinha em mente publicar as primeiras fotos desta viagem quando renovasse o site de fotografia (está para breve!), contudo o que se tem passado em Istambul não me deixa indiferente, o que me fez dar a conhecer esta cidade que merece toda a nossa atenção, respeito, admiração e, claro está…a nossa visita!

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Interior da Mesquita Azul

Considero Istambul sem dúvida alguma uma das melhores cidades europeias, pela ligação histórica única entre o Leste e o Oeste. A cidade dos minaretes (cerca de 3.000) é conhecida pelas suas mesquitas e palácios, bem como pelos excelentes restaurantes e hotéis, pelos bazares, mas também pelos modernos shoppings.

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Na rua encontram-se a qualquer hora do dia ou da noite vendedores ambulantes que vendem desde os tradicionais kebabs (de carne e de carneiro), sumos de laranja ou romã (excelentes por sinal!), as típicas roscas e pão turco, até maçarocas de milho fritas ou castanhas assadas.

Não menos importante: a população turca! Do que constatei nos 10 dias de viagem, os turcos são um Povo que sabe receber com simpatia, e demonstram uma generosidade por vezes até ingénua! Mesmo no interior do Grande Bazar, um local já por si propício a muito “assédio” dos vendedores, consegue-se com relativa calma tomar o pulso a este Povo e Cultura…

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A imagem do general Atatürk, o “pai dos turcos”, é uma presença constante por toda a cidade (neste caso, no casaco deste velhote turco). Atatürk foi o fundador da República da Turquia em 1923, e teve um papel fulcral na modernização do País e na sua abertura ao Ocidente. É visto ainda hoje como um “herói nacional”.

A não perder e…algumas dicas:

  • Mesquita Azul: edificada no século XVII, é uma das maiores do Mundo com seis minaretes (usualmente possuem no máximo quatro minaretes) e tem o maior pátio das mesquitas do período otomano.

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Muçulmano em oração na Mesquita Azul. Usualmente, os muçulmanos fazem cinco orações diárias.

  • Hagia Sophia: edifício construído entre os anos 532 e 537 pelo Império Bizantino para ser a catedral de Constantinopla (actualmente Istambul).
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Tecto de Hagia Sophia

  • Palácio Topkaki: merecedor de uma visita mas é necessário contar com 2 a 3 horas para o visitar. O palácio foi sede do sultanato turco até o século XIX.
  • Torre Galata: torre medieval construída em 1348. Foi integralmente feita de pedra e tem cerca de 70 metros de altura. Recomendo a soberba vista a 360º do seu topo. Tem um restaurante/café ideal para retemperar forças.
  • Ponte Galata: liga os bairros Eminönü (onde se pode visitar o mercado das especiarias e a Mesquita Nova) e Beyoglu. Na parte inferior da ponte é possível encontrar diversos restaurantes.
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Pescador na ponte Galata

  • Passeio de barco no Estreito do Bósforo: o passeio de barco recomendável dura cerca de 1,5 horas e faz uma viagem ao longo do estreito do Bósforo. A opção “light” inclui um trajecto de 15 minutos entre Eminönü (na Europa) a Kadiköy (na Ásia) e é já uma excelente opção (e mais barata!) para tomar o pulso ao movimento no estreito e passar para o lado asiático.
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Ferryboat que liga a Europa à Ásia

  • Istiklal Caddesi: a zona mais cosmopolita de Istambul. Trata-se de uma rua com cerca de 2 km de extensão que é possível percorrer a pé ou de eléctrico, que liga as estações de metro de Tünel e Praça Taksim. Esta rua, além de inúmeras lojas, tem como principal atracção a residência de ateliers de inúmeros artistas.
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Eléctrico que percorre a Istiklal Caddesi

  • Grande Bazar: é possível encontrar de tudo um pouco, desde produtos locais a produtos ocidentais nas mais de 4000 lojas!!!
  • Bazar de Especiariais: uma verdadeira explosão de cores e aromas.
  • Espectáculo Dervixe: giram ao som da música acreditando que assim fazem a ponte entre Alá e os homens na Terra.
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Espectáculo Dervixe

  • Banhos turcos: depois de um dia a percorrer a cidade a pé nada melhor do que relaxar num banho turco da cidade (de preferência num banho turco público, pois são os mais tradicionais).
  • Bares panorâmicos dos hotéis: esta talvez seja a grande dica sobre Istambul! Desfrutar o final de tarde do topo de um dos hotéis (há muitas opções na cidade) é uma das grandes experiências a não perder em Istambul, pois são um local privilegiado para admirar a Mesquita azul, Hagia Sophia, o estreito do Bósforo, etc.
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Panorâmica da Mesquita Azul do topo de um hotel